Nádia Rebouças afirma e concordo plenamente com ela: "Dentro de uma organização, departamentos, áreas e localidades tentam se encontrar, mas a verdadeira conversa raramente acontece. Nossa conversa é determinada pelo medo, pela defesa e pela ansiedade. Em nossa cultura não são muitas as oportunidades de falar com liberdade e sinceridade. E, menos ainda, ter empatia ao ouvir o outro. Quem conversa são “nossos papéis”. As “nossas pessoas” inteiras que carregam quereres, sentires e pesares ficam penduradas num cabide, na entrada da porta da sala de reuniões. Somente na saída, quando recuperamos nossas pessoas, voltamos a ser inteiros, e por isso, a conversa é sempre tão intensa nas rádio-corredores."
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