“As conexões, entretanto, constroem [...] um tecido no qual cada nó [...] tem um compromisso particular e uma responsabilidade global [...] Nesse formato, os sentidos se cruzam em densas malhas. A complexidade resultante das novas relações [...] fortalece em nós a esperança em conexões mais consistentes [...] ”. (Iasbeck, 2009)

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