quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mapa da Comunicação Brasileira faz análise setorial completa


O Mapa da Comunicação Brasileira, que delimita a configuração da comunicação organizacional no país foi produzido pela FSB Pesquisa a partir da escuta a 100 gestores de 70 grandes corporações de diversas regiões. Estudo interessante para nós, profissionais da área, traz com destaque as seguintes conclusões:



  • A Comunicação Interna é considerada, cada vez mais, uma atividade estratégica para os gestores de Comunicação dos órgãos públicos e das empresas brasileiras e estrangeiras. Nos últimos dois anos, o orçamento para a área cresceu em todos os três segmentos;
  • As Redes Sociais deram mais voz aos indivíduos e romperam o monopólio da direção das organizações no processo de comunicação. O alinhamento de informações, valores e discursos é hoje uma das principais preocupações dos gestores para reduzir ruídos;
  • Os gestores estão preocupados com a falta de compreensão da importância da Comunicação Interna entre os dirigentes das organizações, que parecem não ter clareza sobre as ameaças;
  • As Redes Sociais mudaram os pontos cardeais da Comunicação e são consideradas o principal desafio em seu cotidiano;
  • A Comunicação clama por integração entre as áreas. Comunicação Interna, Gerenciamento de Crises e Eventos e Feiras foram áreas que cresceram de maneira significativa nos últimos dois anos nos órgãos públicos e nas empresas;
  • No Brasil, a Comunicação é outra vítima da ausência de uma cultura de planejamento. Nos órgãos públicos, 33% dos gestores relatam cumprir nove ações básicas de planejamento. Nas empresas de capital nacional, essa porcentagem é de 58%. E nas empresas de capital estrangeiro, 70%, refletindo uma cultura diferente assimilada das matrizes;
  • Quem planeja mede resultados. Os órgãos públicos são os que menos realizam monitoramento e avaliação e as empresas estrangeiras, as que mais mensuram os resultados obtidos por suas ações. Nas empresas, os altos e baixos do orçamento dependem dos resultados;
  • O orçamento para a Comunicação é uma questão delicada para os órgãos públicos. A maioria desses gestores afirma que os recursos foram apenas mantidos entre 2010 e 2011. Nas empresas, a tendência é de crescimento: mais de 50% dos gestores afirmam que houve aumento dos recursos para área de Comunicação;
  • O orçamento tem a pior avaliação entre as condições de trabalho nos órgãos públicos e nas empresas brasileiras. Nas estrangeiras, a reclamação é o tamanho da equipe, muito pequeno. Os três segmentos têm, em geral, profissionais experientes. É o item mais bem avaliado nos órgãos públicos e nas empresas 
Veja o estudo completo: http://links.fsb.com.br/mapa_2011.pdf

Nenhum comentário:

Postar um comentário